Árbitro suspenso protesta em frente à Federação

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Até ao final do ano cerca de 15 mil emigrantes portugueses na Suíça devem regressar definitivamente ao nosso país, aproveitando a possibilidade de levantar, na totalidade, a verba que ao longo da carreira contributiva descontaram no âmbito de um fundo de complemento da reforma conhecido como ‘segundo pilar’. |
O Conselho de Ministros aprovou recentemente o fim da comparticipação do Estado nas despesas de distribuição por correio da imprensa regional. Em alternativa, vai criar um portal na Internet onde os jornais regionais podem estar disponíveis em versão digital. Esta é uma medida dura e extrema, que vai penalizar muitos portugueses que vive e trabalham no estrangeiro e querem continuar ligados à sua terra e que não tem possibilidades de usar os meios informáticos para a leitura dos jornais.Com esta medida, acredito que a Língua de Camões será cada vez mais esquecida o que é de lamentar... Poupar e cortar estou de acordo, mas que seja nos lucros da banca que são cada vez maiores, nos ordenados dos directores-gerais, dos políticos, nas escandalosas reformas milionárias de alguns privilegiados e nas fiscalizações eficazes, às grandes empresas que fogem às suas obrigações fiscais. Isso sim, era ter coragem de "mexer" nos grandes e poderosos e "intocáveis"... bater nos fracos, assim não vale. Manuel Araújo |
O Sindicato dos Jornalistas (SJ) manifesta a sua perplexidade e discordância com a anunciada intenção do Governo de encerrar a Caixa de Previdência e Abono de Família dos Jornalistas. |
Em comunicado divulgado hoje, 15 de Novembro, o SJ estranha as declarações do secretário de Estado da Saúde, Francisco Ramos, citadas pela agência Lusa, dando como certo o encerramento da Caixa de Previdência e Abono de Família dos Jornalistas (CPAFJ) e o fim do subsistema de saúde dos jornalistas a partir de Janeiro de 2007. A surpresa do SJ deve-se ao facto de as declarações surgirem dois dias depois de uma reunião, realizada a pedido da CPAFJ, com o ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Vieira da Silva, e o próprio secretário de Estado Francisco Ramos, em que foi acordado prosseguir a discussão, no âmbito do Ministério da Saúde, quanto ao subsistema de saúde dos jornalistas. Reafirmando a sua firme discordância com a intenção do Governo de extinguir a CPAFJ, o SJ garante que lutará "pela defesa dos direitos" dos jornalistas. Também a Comissão Administrativa da CPAFJ reagiu às declarações de Francisco Ramos, solicitando de imediato uma reunião com carácter de urgência ao ministro da Saúde. É o seguinte, na íntegra, o comunicadodo SJ: JORNALISTAS DEVEM DEFENDER A SUA CAIXA! 1. O Sindicato dos Jornalistas foi surpreendido por declarações do secretário de Estado da Saúde, Francisco Ramos, citadas pela agência Lusa, que dão como certo o encerramento da Caixa de Previdência e Abono de Família dos Jornalistas (CPAFJ) e o fim do subsistema de saúde dos jornalistas a partir de 1 de Janeiro de 2007. 2. A surpresa decorre desde logo do facto de aquele membro do Governo apresentar uma data que não só não foi anunciada às entidades com responsabilidades nesta matéria como contraria frontalmente a perspectiva de uma solução consertada, embora seja claro que não foi o Governo a tomar a iniciativa – que deveria ter tomado – de esclarecer a situação. 3. Com efeito, realizou-se na passada segunda-feira, dia 13, uma reunião na qual estiveram presentes o ministro do Trabalho e da Segurança Social, Vieira da Silva, o secretário de Estado da Saúde, Francisco Ramos, e a Comissão Administrativa da CPAFJ, órgão de gestão que integra uma presidente nomeada pelo Governo, Maria Antónia Palla, e os vogais designados pelo Sindicato dos Jornalistas, Anabela Fino e José Imaginário. 4. Na reunião, realizada a pedido da CPAFJ, o Governo comunicou a sua intenção de encerrar a Caixa, mas, sobretudo no que diz respeito ao subsistema de saúde, comprometeu-se a agendar uma reunião para prosseguir a discussão. 5. Nessa conformidade, quer a Administração da Caixa em si, quer a Direcção do Sindicato dos Jornalistas iniciaram um processo de discussão interna para encontrar soluções que garantam a preservação dos direitos dos jornalistas, ficando na expectativa de um novo encontro. 6. Não obstante a precipitação do Governo e a comunicação de um timing que não fora indicado à CPAFJ, a Direcção do SJ reafirma a sua discordância veemente com as intenções do Governo de extinguir a Caixa dos Jornalistas e a decisão de lutar pela defesa dos direitos destes profissionais. 7. A Direcção do SJ manterá os jornalistas informados das diligências e iniciativas que entenda úteis à defesa desta causa, mas apela desde já a todos os profissionais, para que se mantenham unidos em torno de um objectivo central: a defesa da Caixa dos Jornalistas. Lisboa, 15 de Novembro de 2006 A Direcção |
Cura de cancro João Paulo II faz milagre João Paulo II pode estar mais próximo de se tornar santo. Um italiano com cancro nos pulmões, rins e espinha diz-se curado por intercessão do Papa peregrino. A confirmar-se o milagre, será um passo importante para a subida de Karol Wojtila aos altares do Mundo.
Após a morte de João Paulo II – e perante os apelos insistentes dos fiéis que se deslocaram a Roma para o funeral, Bento XVI decidiu abolir o prazo (mínimo) de cinco anos para se dar início ao processo de canonização de João Paulo II. Esta antecipação não dispensa, contudo, o preenchimento dos restantes requisitos, entre os quais figura a existência de dois milagres – ou seja, situações de cura que não sejam explicáveis à luz do conhecimento científico actual. Neste momento, o Vaticano estuda o caso de uma freira que sofria de parkinson (a mesma doença de João Paulo II) e que terá ficado curada no dia em que Wojtyla faleceu. A confirmar-se a existência destes dois milagres, a canonização de João Paulo II será um dado praticamente adquirido. ANÁLISE LONGA E EXAUSTIVA A Igreja Católica é extremamente cautelosa na análise de curas sem explicação aparente. O processo – longo, exaustivo e complexo – envolve um conhecimento profundo do historial clínico do paciente e a participação de reputados especialistas em várias áreas da medicina. O estudo de uma ‘cura milagrosa’ pode demorar anos. | ||||
Paulo João Santos |