Terça-feira, Outubro 04, 2022

Terça-feira, Setembro 27, 2022

Sexta-feira, Abril 29, 2022

Quinta-feira, Janeiro 04, 2007

Venha daí...





Mudei-me para o
araujo.wordpress.com

Venha daí...







.

Quarta-feira, Janeiro 03, 2007

SIM ou NÃO - eis a questão

Porque entendo, que ninguém é detentor exclusivo da razão e da verdade, o texto que segue é apenas a minha modesta opinião e a minha firme convicção, mas respeito como é óbvio as ideias opostas.

Todos sabem que o aborto é uma constatação lamentável e triste, mas o que é um facto, é que muitas mulheres efectuam-no e isto, é uma realidade que ninguém pode esconder...

Começo por declarar, que votarei "SIM". Não pelo mesmo motivo do ex-secretário de Estado da Saúde de um Governo de Cavaco Silva, Albino Aroso ter afirmado que, "cientistas de todo o mundo civilizado não reconhecem a existência de vida humana" até às 10 semanas de gravidez.
Sobre isso sou séptico, mas a questão crucial deste referendo é, se a mulher abortar até às 10 semanas deve ou não, ser humilhada publicamente, ser sujeita a processos judiciais, ir presa e ser julgada.

Esta situação actual não pode continuar porque é a demonstração da hipocrisia e do atraso da sociedade portuguesa, que ainda mete na cadeia mulheres, por engravidar.

Mas... se elas, as mulheres (ou os inseminadores) tiverem dinheiro, nessa situação, já podem ir às inúmeras e luxuosas "clinicas" de "desmancho" que existem no nosso país, ou no estrangeiro e aí, já ninguém sabe, ninguém ouve, ninguém vê. Não há abortos...

Mas... em contrapartida, as coitadas que não tiverem dinheiro, sujeitam-se à humilhação, à clandestinidade do vão de escada, aos "médicos e parteiras improvisados", em locais sem quaisquer condições de higiene ou segurança... e essas sim, são culpadas, fazem abortos e só essas, as pobres, devem ser condenadas...

Pela igualdade de direitos, pela Justiça e pelo fim da perseguição às mulheres, digo não à hipocrisia... e votarei SIM.

Execução de Saddam - parabéns meus senhores!

Com mais calma, e a frio, posso afirmar hoje, que a exportação da "democracia" americana para o mundo e em especial para o Médio Oriente, tem sido um verdadeiro "êxito".

Para provar este "facto", está o culminar da forma verdadeiramente "exemplar" e "democrática" da execução (video) do tirano Saddam...

Neste momento, apenas gostaria de dar os parabéns ao senhor Bush, ao senhor Aznar, ao senhor Blair e também ao senhor Durão Barroso, pela preciosa ajuda que deram, no que refere à "democratização" do Iraque.

Este quarteto, deve estar muito orgulhoso, pois o Iraque, com o seu auxílio, é hoje um país "democrático", "livre", política e socialmente estável, não há guerra e até já nem existe violência nem terrorismo... parabéns meus senhores!

Este (video) não é aconselhável a pessoas sensíveis

Terça-feira, Janeiro 02, 2007

Segunda-feira, Janeiro 01, 2007

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Domingo, Dezembro 31, 2006

Foi detectada primeira falha de segurança no Windows Vista

Windows Vista 001
A Microsoft encontrou a primeira falha no seu novo sistema operativo, o Vista, e está agora a tentar evitar que "hackers" manipulem os sistemas operativos alheios.

O erro detectado permite que os "hackers" possam encerrar um site na Internet ou obter maiores privilégios nessas páginas.

O Windows Vista, disponibilizado para as empresas no final de Novembro e que estará disponível para os consumidores a 30 de Janeiro, é a primeira nova versão do Windows desde 2001.

Um amigo meu, informático e que já testou o Vista, disse muito satisfeito: —" é fenomenal, o Windows está cada vez mais parecido com os Mac".

Se a intenção é "copiar" os Mac, porque não utilizar então, originais e não cópias ?

Sábado, Dezembro 30, 2006

ANO NOVO



Em cada ano que passa
Envelhece o calendário
E a vida avança e esvoaça
No seu curto itinerário !...

Há festas e euforia
Celebrações entre o povo
Na transição deste dia
Para mais um Ano Novo...

Um comum comportamento
Qu’ apraz à sociedade
Sublimando o momento
Com pompa e solenidade ...

Esquecem-se as arrelias
Que se afogam em bebida
Entre galas e folias
Celebra-se enfim a vida.

Trocam-se saudações
Em êxtase de alegria
Tomam-se resoluções
Tão notórias deste dia.

Chegou mais um Novo Ano
Que vivê-lo valha a pena.
Salutar pró ser humano
Nesta passagem Terrena !...


Euclides Cavaco


Com um simples clique, escute aqui o poema ANO NOVO


Família emigrada na Suíça morre em Portugal

Casal de emigrantes na Suíça, ambos de 28 anos e que seguiam nos bancos da frente do Audi, estava em Barcelos a passar a quadra festiva depois de 8 anos a trabalhar na Suíça sem regressar à terra natal.

"Nunca vi nada assim. É impressionante", era o comentário mais ouvido enquanto os Bombeiros de Barcelinhos tentavam salvar a vida das duas crianças, já que os pais morreram no local e quase imediatamente a seguir ao embate. O rapaz, de 9 anos, teve de ser desencarcerado. Enquanto a menina de 3 anos acabou por sucumbir aos ferimentos no Hospital S. Marcos, o irmão foi levado para o Hospital de Barcelos e imediatamente transferido para o S. João, no Porto onde, segundo informações recolhidas até à hora do fecho, se encontrava com prognóstico muito reservado.
Liliana Rodrigues, Alfredo Cunha
mais em: JN

Sexta-feira, Dezembro 29, 2006

"Portugal não merece ser visitada e os portugueses não merecem nosso reconhecimento"

Há dias, um brasileiro de Porto Alegre, alegadamente carregadinho de inveja e de seu nome Polibio Braga, publicou o seguinte texto, ao qual me abstenho de fazer mais comentários..:

Portugal não merece ser visitada e os portugueses não merecem nosso reconhecimento

Há apenas uma semana, em apenas quatro anos, o editor desta página visitou pela quinta vez Lisboa, arrependendo-se pela quarta vez de ter feito isto. Portugal não merece ser visitada e os portugueses não merecem nosso reconhecimento.

É como visitar a casa de um parente malquisto, invejoso e mal educado.

Na sexta e no sábado, dias 24 e 25, Portugal submergiu diante de um dilúvio e mais uma vez mostrou suas mazelas. O País real ficou diante de todos. Portugal é bonito por fora e podre por dentro.

O dinheiro que a União Européia alcançou generosamente para que os portugueses saíssem do buraco e alcançassem seus sócios, foi desperdiçado em obras desnecessárias ou suntuosas. Hoje, existe obra demais e dinheiro de menos.

O pior de tudo é que foi essa gente que descobriu e colonizou o Brasil. É impossível saber se o pior para os brasileiros foi a herança maldita portuguesa ou a herança maldita católica. Talvez as duas .

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Mas se lhe deu "vontade" de comentar este texto, vá a:

http://www.polibiobraga.com.br/ http://www.polibiobraga.com.br/

No menu que aparecerá à esquerda clique em: por trás da notícia


E depois procure na lista:

05.12.06 | 16h19 - Portugal não merece ser visitada e os portugueses não merecem nosso reconhecimento

Quarta-feira, Dezembro 27, 2006

Terça-feira, Dezembro 26, 2006

A "santa" Inquisição... — a "arte" da morte e da tortura

Durante a actuação da Santa Inquisição em toda a Idade Média, a tortura era um recurso utilizado para extrair confissões dos acusados de pequenos delitos, até crimes mais graves. Diversos métodos de tortura foram desenvolvidos ao longo dos anos. Os métodos de tortura mais agressivos eram reservados àqueles que provavelmente seriam condenados à morte.

Além de aparelhos mais sofisticados e de alto custo, utilizava-se também instrumentos simples como tesouras, alicates, garras metálicas que destroçavam seios e mutilavam órgãos genitais, chicotes, instrumentos de carpintaria adaptados, ou apenas barras de ferro aquecidas. Há ainda, instrumentos usados para simples imobilização da vítima. No caso específico da Santa Inquisição, os acusados eram, geralmente, torturados até que admitissem ligações com Satanás e práticas obscenas. Se um acusado denunciasse outras pessoas, poderia ter uma execução menos cruel.

Os inquisidores utilizavam-se de diversos recursos para extrair confissões ou "comprovar" que o acusado era feiticeiro. Segundo registos, as vítimas mulheres eram totalmente depiladas pelos torturadores que procuravam um suposto sinal de Satanás, que podia ser uma verruga, uma mancha na pele, mamilos excessivamente enrugados (neste caso, os mamilos representariam a prova de que a bruxa "amamentava" os demónios) etc. Mas este sinal poderia ser invisível aos olhos dos torturadores. Neste caso, o "sinal" seria uma parte insensível do corpo, ou uma parte que se ferida, não verteria sangue. Assim, os torturadores espetavam todo o corpo da vítima usando pregos e lâminas, à procura do suposto sinal.

No Liber Sententiarum Inquisitionis (Livro das Sentenças da Inquisição) o padre dominicano Bernardo Guy (Bernardus Guidonis, 1261-1331) descreveu vários métodos para obter confissões dos acusados, inclusive o enfraquecimento das forças físicas do prisioneiro. Dentre os descritos na obra e utilizados comummente, encontra-se tortura física através de aparelhos, como a Virgem de Ferro e a Roda do Despedaçamento; através de humilhação pública, como as Máscaras do Escárnio, além de torturas psicológicas como obrigar a vítima a ingerir urina e excrementos.

De uma forma geral, as execuções eram realizadas em praças públicas e tornava-se um evento onde nobres e plebeus deliciavam-se com a súplica das torturas e, consequentemente, a execução das vítimas. Actualmente, há dispostos em diversos museus do mundo, ferramentas e aparelhos utilizados para a tortura.



Métodos de torturas


Roda de despedaçamento

Uma roda onde o acusado é amarrado na parte externa. Abaixo da roda há uma bandeja metálica na qual ficavam depositadas a brasas. À medida que a roda se movimentava em torno do próprio eixo, o acusado era queimado pelo calor produzido pelas brasas. Por vezes, as brasas eram substituídas por agulhas metálicas.

Este método foi utilizado entre 1100 e 1700 em países como Inglaterra, Holanda e Alemanha.



Dama de Ferro

A dama de Ferro é uma espécie de sarcófago com espinhos metálicos na face interna das portas. Estes espinhos não atingiam os órgãos vitais da vítima, mas feriam gravemente. Mesmo sendo um método de tortura, era comum que as vítimas fossem deixadas lá por vários dias, até que morressem.

A primeira referência confiável de uma execução com a Dama de Ferro, data de 14 de Agosto de 1515. A vítima era um falsificador de moedas.



Berço de Judas

Peça metálica em forma de pirâmide sustentada por hastes. A vítima, sustentada por correntes, é colocada "sentada" sobre a ponta da pirâmide. O afrouxamento gradual ou brusco da corrente manejada pelo executor fazia com que o peso do corpo pressionasse e ferisse o ânus, a vagina, cóccix ou o saco escrotal.

O Berço de Judas também é conhecido como Culla di Giuda (italiano), Judaswiege (alemão), Judas Cradle ou simplesmente Cradle (inglês) e La Veille (A Vigília, em francês).



Garfo

Haste metálica com duas pontas em cada extremidade semelhantes a um garfo. Presa por uma tira de couro ao pescoço da vítima, o garfo pressiona e perfura a região abaixo do maxilar e acima do tórax, limitando os movimentos. Este instrumento era usado como penitência para o herege.



Garras de gato

Uma espécie de rastelo usado para açoitar a carne dos prisioneiros.


Pêra

Instrumento metálico em formato semelhante à fruta. O instrumento era introduzido na boca, ânus ou vagina da vítima e expandia-se gradativamente. Era usada para punir, principalmente, os condenados por adultério, homossexualismo, incesto ou "relação sexual com Satanás".


Máscaras

A máscara de metal era usada para punir delitos menores. As vítimas eram obrigadas a se exporem publicamente usando as máscaras. Neste caso, o incómodo físico era menor do que a humilhação pública.


Cadeira

Uma cadeira coberta por pregos na qual a vítima era obrigada a sentar-se despida. Além do próprio peso do corpo, cintos de couro pressionavam a vítima contra os pregos intensificando o sofrimento. Em outras versões, a cadeira possuía uma bandeja na parte inferior, onde se depositava brasas. Assim, além da perfuração pelos pregos, a vítima também sofria com queimaduras provocadas pelo calor das brasas.


Cadeira das bruxas

Uma espécie de cadeira na qual a pessoa era presa de costas no acento e as pernas voltadas para cima, no encosto. Este recurso era usado para imobilizar a vítima e intimidá-la com outros métodos de tortura.


Cavalete

A vítima era posicionada de modo que suas costas ficassem apoiadas sobre o fio cortante do bloco. Os braços eram presos aos furos da parte superior e os pés presos às correntes da outra extremidade. O peso do corpo pressionava as costas do condenado sobre o fio cortante.

Dessa forma, o executor, através de um funil ou chifre oco introduzido na boca da vítima, obrigava-a ingerir água. O executor tapava o nariz da vítima impedindo o fluxo de ar e provocando o sufocamento. Ainda, há registos de que o executor golpeava o abdómen da vítima danificando os órgãos internos da vítima.



Esmaga cabeça

Como um capacete, a parte superior deste mecanismo pressiona, através de uma rosca girada pelo executor, a cabeça da vítima, de encontro a uma base na qual encaixa-se o maxilar. Apesar de ser um instrumento de tortura, há registos de vítimas fatais que tiveram os crânios, literalmente, esmagados por este processo. Neste caso, o maxilar, por ser menos resistente, é destruído primeiro; logo após, o crânio rompe-se deixando fluir a massa cerebral.


Quebrador de joelhos

Aparelho simples composto por placas paralelas de madeira unidas por duas roscas. À medida que as roscas eram apertadas pelo executor, as placas, que podiam conter pequenos cones metálicos pontiagudos, pressionavam os joelhos progressivamente, até esmagar a carne, músculos e ossos.

Esse tipo de tortura era usualmente feito por sessões. Após algumas horas, a vítima, já com os joelhos bastante debilitados, era submetida a novas sessões.


Mesa de evisceração

O condenado era preso sobre a mesa de modo que mãos e pés ficassem imobilizados. O carrasco, manualmente, produzia um corte sobre o abdómen da vítima. Através desta incisão, era inserido um pequeno gancho, preso a uma corrente no eixo. O gancho (como um anzol) extraía, aos poucos, os órgãos internos da vítima à medida que o carrasco girava o eixo.


Pêndulo

Um dos mecanismos mais simples e comuns na Idade Média. A vítima, com os braços para traz, tinha seus pulsos amarrados (como algemas) por uma corda que se estendia até uma roldana e um eixo. A corda puxada violentamente pelo torturador, através deste eixo, deslocava os ombros e provocava diversos ferimentos nas costas e braços do condenado.

Também era comum que o carrasco elevasse a vítima a certa altura e soltasse repentinamente, interrompendo a queda logo em seguida. Deste modo, o impacto produzido provocava ruptura das articulações e fracturas de ossos. Ainda, para que o suplício fosse intensificado, algumas vezes, amarrava-se pesos às pernas do condenado, provocando ferimentos também nos membros inferiores. O pêndulo era usado como uma "pré-tortura", antes do julgamento.


Potro

Uma espécie de mesa com orifícios laterais. A vítima era deitada sobre a mesa e seus membros, (partes mais resistentes das pernas e braços, como panturrilha e antebraço), presos por cordas através dos orifícios. As cordas eram giradas como uma manivela, produzindo um efeito como um torniquete, pressionando progressivamente os membros do condenado.

Na legislação espanhola, por exemplo, havia uma lei que regulamentava um número máximo de cinco voltas na manivela; para que caso a vítima fosse considerada inocente, não sofresse sequelas irreversíveis. Mesmo assim, era comum que os carrascos, incitados pelos interrogadores, excedessem muito esse limite e a vítima tivesse a carne e os ossos esmagados.


Métodos de Execução


Guilhotina

Inventada por Ignace Guillotine, a guilhotina é um dos mecanismos mais conhecidos e usados para execuções. A lâmina, presa por uma corda e apoiada entre dois troncos verticais, descia violentamente decapitando o condenado.


O Serrote

Usada principalmente para punir homossexuais, o serrote era uma das formas mais cruéis de execução. Dois executores, cada um e uma extremidade do serrote, literalmente, partiam ao meio o condenado, que preso pelos pés com as pernas entreabertas e de cabeça para baixo, não tinha a menor possibilidade de reação. Devido à posição invertida que garantia a oxigenação do cérebro e continha o sangramento, era comum que a vítima perdesse a consciência apenas quando a lâmina atingia a altura do umbigo.


Espada, machado e cepo

As decapitações eram a forma mais comum de execução medieval. A decapitação pela espada, por exigir uma técnica apurada do executor e ser mais suave que outros métodos, era, geralmente, reservada aos nobres. O executor, que apurava sua técnica em animais e espantalhos, ceifava a cabeça da vítima num único golpe horizontal atingindo o pescoço do condenado.

O machado era usado apenas em conjunto com o cepo. A vítima era posta ajoelhada com a coluna curvada para frente e a cabeça apoiada no cepo. O executor, num único golpe de machado, atingia o pescoço da vítima decepando-a.


Garrote

Um tronco de madeira com uma tira de couro e um acento. A vítima era posicionada sentada na tábua horizontal de modo que sua coluna fique erecta em contacto com o tronco. A tira de couro ficava na altura do pescoço e, à medida que era torcida pelo carrasco, asfixiava a vítima. Há ainda uma variação na qual, preso ao tronco na altura da nuca da vítima, encontrava-se uma punção de ferro. Esta punção perfurava as vértebras da vítima à medida que a faixa de couro era apertada. O condenado podia falecer tanto pela perfuração produzida pela punção quanto pela asfixia.


Gaiolas suspensas

Eram gaiolas pouco maiores que a própria vítima. Nela, o condenado, nu ou seminu, era confinado e a gaiola suspensa em postes de vias públicas. O condenado passava dias naquela condição e morria de inanição, ou frio em tempos de inverno. O cadáver ficava exposto até que se desintegrasse.


Submersão

A submersão podia ser usada como uma técnica de interrogatório, tortura ou execução. Neste método, a vítima é amarrada pelos braços e suspensa por uma roldana sobre um caldeirão que continha água ou óleo fervente. O executor soltava a corda gradativamente e a vítima ia submergindo no líquido fervente.


Empalação

Este método foi amplamente utilizado pelo célebre Vlad Tepes. A empalação consistia em inserir uma estaca no ânus, umbigo ou vagina da vítima, a golpes de marreta. Neste método, a vítima podia ser posta "sentada" sobre a estaca ou com a cabeça para baixo, de modo que a estaca penetrasse nas entranhas da vítima e, com o peso do próprio corpo, fosse lentamente perfurando os órgãos internos. Neste caso, dependendo da resistência física do condenado e do comprimento da estaca, a agonia se estendia por horas.


Cremação

Este é um dos métodos de execução mais conhecidos e utilizados durante a inquisição. Os condenados por bruxaria ou afronta à igreja católica eram amarrados em um tronco e queimados vivos. Para garantir que morresse queimada e não asfixiada pela fumaça, a vítima era vestida com uma camisola embebida em enxofre.


Estiramento

A vítima era posicionada na mesa horizontal e seus membros presos às correntes que se fixavam num eixo. À medida que o eixo era girado, a corrente esticava os membros e os ossos e músculos do condenado desprendiam-se. Muitas vezes, a vítima agonizava por várias horas antes de morrer.


Extraído de:

Ad Tenebras Mistérios Antigos
Occult Portal Medieval and Mythological Area


Adaptado por Spectrum

Sim !


Por uma questão de consciência

RDP, INIMIGA DA CULTURA


A Radiodifusão Portuguesa (RDP), além de promover a vulgaridade, com quantidades colossais de musiquinhas cantadas em inglês, quer agora censurar o que lhe resta de qualidade. O programa Ritornello, na Antena 2, está sob ameaça.

A direcção da Antena 2 proibiu recentemente Jorge Rodrigues, responsável pelo Ritornello, de continuar a entrevistar convidados portugueses. Alegou ela que tais entrevistas seriam desinteressantes. Ficaram assim excluidos do programa vozes de vultos como José Saramago, Agustina Bessa Luís, Paula Rego ou Maria João Pires, e de tantos outros que tornaram o Ritornello uma referência de alta qualidade no panorama da rádio portuguesa.

Esta medida é inaceitável no âmbito de uma rádio que deve prestar um serviço público aos portugueses. Ela impede a todo e qualquer músico e intelectual português a comunicação em discurso directo no programa de maior prestígio da Antena 2.

O Ritornello, nos moldes em que tem funcionado, presta há mais de dez anos um serviço ímpar à cultura portuguesa. Por este serviço o seu autor, Jorge Rodrigues, deveria ser homenageado e não coarctado de uma forma censórea.

Para protestar junto aos poderes públicos assine esta petição:
http://www.petitiononline.com/r1tornel/petition.html

Será desejável também uma manifestação directa junto ao Provedor do Ouvinte da RDP, Dr. José Nuno Martins, contra a extinção/desnaturação do Ritornello;
http://www.rtp.pt/wportal/grupo/provedor_ouvinte/contactos.php

Domingo, Dezembro 24, 2006

É natal

É natal de sonhos
Natal de desgostos
Natal de beijos
Natal de abraços .

É natal dos grandes
Natal dos pequenos
Natal dos graúdos
Natal dos miúdos .

É natal de ricos
Natal de pobres
Natal nas luzes em todos os cantos
Natal nos brinquedos e seus encantos.

É natal nas compras
Natal nas esmolas
Natal de farras nas mesas recheadas
Nas panças inchadas e goelas regadas .

É natal nas barrigas vazias
De ar insufladas
Natal que depressa vem para quem muito tem
E depressa vai para quem pouco ou nada tem .

É natal dos amigos sinceros
Natal dos amigos fingidos
Natal dos lambe-lambe
Botas e cus de gente.

É natal por um dia
Mas é um dia cheio de natal!
E o dia do dia seguinte, já é um dia
Igual aos outros dias . Um dia sem natal!

E então, o rico regressa ao seu lindo e cheio palácio.
Pelo prazer da posse de tudo que quis, inchado!
Mas vazio
Do natal já esquecido.

O pobre regressa ao seu casebre triste e frio .
Desconsolado
Talvez desesperado
Pela lembrança dos dias e dias em que foi lixado.

E à rua, à casa de cartão, regressa o sem abrigo
Vazio do contágio a que chamam „ espírito natalício „
O azar ou o vício lembrando
Contra todos e tudo lutando.

Carmindo de Carvalho

Dezembro de 2002

Segunda-feira, Dezembro 18, 2006

Isto é Natal?

Ontem, durante um noticiário num canal de uma televisão portuguesa, apresentaram mais uma ceia ANUAL dos "sem abrigo".

Imagens de forte simbolismo e dramáticas, de gente triste, envergonhada e esfomeada.

Essas imagens eram acompanhadas de um texto também ele dramático e triste, certamente com o intuito de alertar as "consciências" adormecidas. Fiquei triste, mesmo tendo já conhecimento da infeliz realidade, que cada vez está mais perto de nós e fingimos não a ver.

Estou solidário e totalmente de acordo com os bondosos e generalizados desejos de um "Feliz Natal e próspero Ano Novo" e da "ceias"... é bonito e justo, mas isso não chega...

Pessoalmente, deixei de gostar do Natal, pela simples razão de que é nesta quadra, onde todos figem ser bonzinhos e se nota o mais feroz apelo ao consumo supérfluo e ao desperdício. Tudo isto associado a uma grande hipocrisia e cinismo de algumas pessoas e instituições.

Questiono-me, porque é só no Natal, que se lembram de ser "bons"" e banquetear" (humilhar) os pobres desgraçados, oferecendo-lhes migalhas, expondo-os mediáticamente, tendo sempre a especial atenção de a Comunicação Social estar por perto. Porquê, isto é Natal?

Domingo, Dezembro 17, 2006

As "Vozes do Palco"

Prime pela diferença, a qualidade não custa o que você pensa!


O “Vozes do Palco” nasceu, com o intuito de levar até junto dos portugueses, estejam eles onde estiverem, o melhor da musica que se produz em Portugal, eliminando os intermediários e tornando assim a Cultura musical mais acessível a todos.

Nesta primeira fase o “Vozes do Palco” tem o prazer de apresentar uma “mão cheia” de artistas de inegável qualidade. São eles:

UHF, Pedro Barroso, Paulo Bragança, José Cid e Nuno Barroso


Todos de estilos diferences e de grande gabarito.
Nos seus eventos festivos prime pela diferença, a qualidade não custa o que você pensa!












Clique sobre a imagem, para saber mais e ouvir alguns trabalhos destes Artistas.


Boas festas

Desejos de Boas Festas e um novo ano pelo menos igual ao que termina, pois este e além de tudo, não foi muito mau... estamos ainda vivos, o que é já muito bom.



Faço minhas, as palavras do meu grande e
talentoso amigo Euclides Cavaco,
que assentam nesta quadra como uma luva:



Nesta tão singela rima
Desejar-vos me apraz
Qu’o Natal que se aproxima
Transcenda em amor e paz.

Através da internet
São meus votos formulados
Que seja o dois mil e sete
De sonhos realizados...

Amigos do mundo inteiro
Dispersos pelos países
Meu desejo verdadeiro
De FESTAS muito felizes !...


Euclides Cavaco

in: http://www.euclidescavaco.com/